E como quem não quer nada, querendo quase tudo, deixei tudo balançar no seu próprio ritmo. Leve como pena, ou pesado como chumbo... Tanto faz. O que tiver que acontecer, acontecerá, meu bem. Quando lhe digo que “não”, é pelo cansaço dos “sim”; quando digo que não quero, é porque quero, demais. Sou complicado, eu sei. Mas nunca sabemos quando é a hora certa de partir, muito menos se tem disso mesmo. É sempre tudo tão... Leve e subjetivo. E forçamos tanto... Que pesa, chega a machucar. Bom mesmo é sentir; só sentir. E eu sinto... E muito. Por mim e por você também.
Lorena Coelho

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