“Eu sou uma eterna apaixonada por palavras, música e pessoas inteiras." Clarice Lispector

sábado, 20 de agosto de 2011

19ago. - Hoje foi bom demais.


Eu tenho que contar sobre hoje; não tem como fugir não. Então vamos lá! Ficamos sabendo que teria uma festa na casa do Arthur, mal sabemos quem ele é (mentira, você não sabe; eu sei razoavelmente rs), mas não tem nada. Queremos mesmo é se divertir. Então, primeiro tivemos que dá 50 pulinhos, por termos encontrado as chaves, e assim, você não teria que pular o portão da minha casa... Arrumar todo meu quarto... Nos arrumar... E assim, ir pra casa da Jana. Encontramos as meninas lá e fomos. Uma correria louca no meio da rua, porque eu tinha que voltar cedo, nós tínhamos, na verdade. E aquele som tão alto no carro? Nossa, te fez passar muito mal com um Ice – sim querida, vamos maneirar aqui k. E assim, como sempre, tive que quase te carregar até em casa. Mas antes, passar para buscar Maria Luiza na escola; te ver chorar e rir por besteira; me implorando para voltar contigo. Danilo estava me esperando, afinal... Na verdade, o que agente queria mesmo era um pouco de tempo, para ver se a sua cabeça melhorava um pouco... Você começasse a enxergar melhor... E tudo, claro, por causa do som – alto demais- do carro kkkk. Algumas horas depois, lá vai agente de novo! Outra desculpa, outra “quase verdade” – é melhor chamar assim... “Aniversário do Arthur” “Aniversário da Jana” “Aniversário do primo da Larissa” ; ninguém sabe bem o que foi aquilo kkkkkk. Estamos de volta à festa, e chegamos abalando novamente (risos). Um drink aqui , outro ali... você não se controlar mesmo! E isso até se soltar completamente; trocar os nomes; tropeçar com sapatos baixos; dançar enlouquecida-mente... Mas tudo com certa “moderação”, vamos colocar assim. Tudo agradava muito, principalmente sair correndo numa rua escura, sobre a brisa leve, e calor-humano bem “aceso”. Uma música aqui... Outra ali... Todas caiam bem, e cá pra nós, dançar é bom demais kkk.  Além de você – que dava “brilho” na “festa” – tinha muitas pessoas (des)conhecidas, e é sempre bom matar a saudade. Danilo estava novamente ali, todo atencioso comigo – como sempre... E até me pediu em casamento, acredita?! Kkk Uma graça! Continuando,pois, isso me lembrou um pouco alguns meses passados... Quase as mesmas coisas, só mudando o final trágico de hoje. “Mentira tem perna curta”, como todo mundo diz! E como sempre é! Todas nós estávamos “leves” no taxi, mas você era pena viva (risos)! Mal sabia o que falava; até a hora que soubemos que seu pai tinha ido nos buscar no lugar em que “deveríamos” estar! Nossa, que desespero! Os nomes todos trocados, tudo bem complicado de se explicar. Não tinha muito que fazer, tudo foi muito bom, muito bom mesmo, mas estava bom demais pra ser verdade, né?! Seu pai finalmente voltou lá, escutou e não acreditou na nossa “versão”... E agora, você deve estar de “castigo” ne?! Amiga... =( Mas, cá pra nós, apesar dos contravindos, hoje foi bom DEMAIS.
Lorena Coelho

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

15ago. - Distração


Tava com uma saudade grande de ti, mas como sempre digo, uma saudade que não tem como preencher. Apesar de nos vermos mais freqüentemente agora, confesso que sempre dá um frio na barriga: ou de algo dá errado, ou dá certo demais, nunca sei bem rs. Nenhuma foto de hoje ficou boa KKK, mas eu tinha que postar pra não ter duvidas que eu estive, mais uma vez, com você. Vou logo dizendo também que é muito estranho você me chamar de “Lorena”, ou de “Ló” KKKK Poxa, não é assim. E quando você estava ali, todo “ao meu alcance”... Só queria que escutasse e aproveitasse o silêncio comigo. E mais nada. Mas o silêncio logo acabava; e rir do meu ritmo não é tão legal assim KK. Então, eu só queria mesmo era comentar o quanto é bom tá contigo, sempre - até mesmo se for para ficar a tarde toda te ouvindo falar que precisa comer algo rs. 
Ah menino! Te quero sempre...bem. 
Lorena Coelho



Ao seu balançar.


Não sei por onde começar, muito menos quando acabar... É sempre bom demais falar em você. Mania intolerante essa a sua de interromper palavras, mudar o rumo da conversa sem me deixar perceber. E quando me dou conta, as coisas já estão andando ao seu balançar leve; mal me lembro o que pensava. E hoje, depois do tempo que nos demos, pelo o que você fez inconscientemente na praça, foi bom demais te ver. Pude te abraçar novamente. E nossa, você está diferente, menino... Mas sem perder a essência. A sua doce essência. E é justamente por encantar qualquer um com esse jeito de falar na profundidade do ser, espero que seus constantes erros não interfiram interiormente no seu “eu”. E, justamente -  mais uma vez - se eu pudesse, te daria uma balde grande de felicidade...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Piano Bar - Engenheiros do Hawaii


Bandeira

Eu não quero ver você cuspindo ódio
Eu não quero ver você fumando ópio, pra sarar a dor
Eu não quero ver você chorar veneno
Não quero beber o teu café pequeno
Eu não quero isso seja lá o que isso for
Eu não quero aquele
Eu não quero aquilo
Peixe na boca do crocodilo
Braço da Vênus de Milo acenando tchau
Não quero medir a altura do tombo
Nem passar agosto esperando setembro, se bem me lembro
O melhor futuro: este hoje escuro
O maior desejo da boca é o beijo
Eu não quero ter o Tejo escorrendo das mãos (...)
Nada tenho vez em quando tudo
Tudo quero mais ou menos quanto
Vida vida, noves fora, zero
Quero viver, quero ouvir, quero ver
(Se é assim quero sim, acho que vim pra te ver)
Zeca Baleiro

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Somente o necessário


Precisava de um tempo. Dizem que o tempo cura tudo, não é mesmo?! Mas, parece até engraçado, o tempo faz gente sofrer. Queria guardar todas as dúvidas num pote, sufocar o doce sentimento, deixar escorrer somente o quanto tu mereces, menos do necessário talvez, mais do que você queira merecer.

domingo, 14 de agosto de 2011

É o silencio, é o vento, é o tempo...


É que você andou meio angustiado nos últimos dias, não é mesmo?! Queria ser um pássaro, e poder voar... Eu te entendo menino, te entendo um tanto que você nem sonha. Somos tão iguais e tão desiguais. Nos envolvemos no mesmo balançar lento do ritmo... e quando a coisa esquenta, o que acalma é o silencio, é o vento, é o tempo...